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O Desenvolvimento da Osram do Brasil


Em 07 de maio de 1955 foi fundada a Osram do Brasil, companhia de lâmpadas elétricas. Para dar materialidade a esta idéia de fabricar lâmpadas no Brasil é que um grupo de empresários comprou as instalações da antiga fábrica de Porcelana Ranzini, no subúrbio de Osasco, com área de 33 mil metros quadrados.

Os trabalhos foram iniciados com cinco homens sobre a supervisão do Sr. Pink, que um ano mais tarde foi substituído pelo Sr. Dommes, o primeiro diretor-técnico da Osram do Brasil.

Em fevereiro de 1956, após longa viagem de navio, as primeiras máquinas do primeiro grupo de lâmpadas incandescentes chegaram ao Rio de Janeiro e, em 30 de abril, chegaram à fábrica de Osasco. Em agosto, as máquinas estavam prontas para trabalhar. As primeiras lâmpadas da Osram do Brasil foram fabricadas pelos Srs. Klose e Burckhardt, que operavam as máquinas, alternadamente.

Em novembro, a fabricação de lâmpadas já operava com capacidade de produzir mil lâmpadas/hora. Entretanto, devido ao fornecimento deficiente de bulbos, vidro de chumbo para tubo de vácuo e tubo para flange, bases, oxigênio e óleo diesel, ocorreram repetidas paradas. Apesar dos contratemos, em outubro a produção já chegava a quase 50 mil lâmpadas. Em novembro, foram entregues 175 mil lâmpadas incandescentes de média e alta voltagem, de 15W a 100W.

Neste mesmo período, chegaram também o segundo e o terceiro grupo de lâmpadas incandescentes. Como as máquinas trabalhavam à gás para derreter os bulbos e não havia gás de rua disponível, a fabricação usava gás em botijões com 50 e 100 litros. Os altos custos com transportes e a falta de confiabilidade dos fornecedores, levaram a decisão de construir uma fábrica de gás própria dentro das dependências da empresa. A construção durou de 1956 até 1957. A capacidade das instalações era grande o suficiente para fornecer gás para uma cidade de 30.000 habitantes. A produção própria de gás foi mantida até 1973, quando foi substituída por gás industrial.

Nos anos seguintes, ampliou-se cada vez mais o espectro de tipos de lâmpadas incandescentes de 150W e 200W, assim como lâmpadas decorativas em forma de esferas e velas. Finalmente, a área de fabricação já não comportava mais o crescimento constante: era necessário operacionalizar a construção de uma fábrica mais nova e mais moderna. Essa foi edificada nos anos de 1959 até 1961, junto aos antigos prédios. É também desse período a construção da torre de durabilidade, a marca registrada da Osram do Brasil.

Em novembro de 1961, a Osram do Brasil dispunha de 12.000 m2 de área construída, distribuída por vários andares. O prédio novo permitia a instalação de novas linhas de fabricação para ampliar a gama de produtos. Em 1962 iniciou a fabricação de lâmpadas fluorescentes de 20W e 40W, bem como lâmpadas incandescentes com capacidade de até 1500W.

Em maio de 1963 foi feito o primeiro fornecimento integrado da Osram do Brasil para a General Eletric no Rio de Janeiro: 600.000 lâmpadas incandescentes de 60W e 100 W. No mesmo ano, foi dado início à fabricação dos filamentos com fio de tungstênio, um primeiro passo para a verticalização da produção.

A fabricação de filamentos exigia não somente a existência de máquinas especiais de precisão, mas também maior habilidade e atenção das pessoas incumbidas do manuseio, manutenção e controle. Essas foram encontradas, em pouco tempo, em Osasco. Em novembro de 1963, a empresa passou a fabricar um milhão de filamentos ao mês. Um ano mais tarde, em 1964, já eram exportados filamentos para a Osram Argentina. Um grande passo adiante foi dado em 1965, com a instalação de máquinas de fabricação de lâmpadas mistas HWL, assim como de lâmpadas de vapor de mercúrio HQL®.

No âmbito da ampliação de máquinas de fabricação de componentes, a Osram do Brasil deu início à trefilação de fios de molibdênio (1968) para a fabricação de filamentos. Esse foi um passo significativo, pois com isso qualquer diâmetro final de fio poderia ser fabricado pela Osram do Brasil conforme a necessidade, resultando em drástica diminuição na manutenção de estoques.

Em maio de 1970 foi dado um novo passo para esse trabalho pioneiro na América Latina: a Osram do Brasil deu início à fundição de vidro de quartzo com cristal natural e à trefilação de tubos de descarga para lâmpadas HWL e HQL®.

O crescimento da indústria automobilística no Brasil significava para a Osram a possibilidade de ampliar a gama de tipos de lâmpadas. Assim, em 1971, a Osram do Brasil iniciou a produção de lâmpadas refletoras assimétricas BILUX® AS. Essas lâmpadas eram fornecidas, principalmente, para fabricantes de refletores, empresas montadoras e para o mercado de peças de reposição.

Em fevereiro de 1978, a fabricação das modernas lâmpadas refletoras para automóveis foi ampliada pelo início da produção de lâmpadas halógenas H3. No mesmo ano, no campo das lâmpadas incandescentes convencionais, foi introduzida a DEKOLUX ®, uma lâmpada incandescente espelhada para fins decorativos. Junto à introdução dos novos tipos de lâmpadas, foram instaladas novas máquinas e efetuadas melhorias constantes e objetivas do processo de produção, mesmo para as lâmpadas convencionais.

Em março de 1979, foi colocado em operação um novo forno de vidro para a fabricação de bulbos de lâmpadas com diâmetro de até 130mm. A capacidade de fabricação foi completada através de um grupo de módulos (BK) para lâmpadas incandescentes, com capacidade de 3.000 lâmpadas por hora, assim como de outro grupo para BILUX ® AS e uma máquina para fabricação de lâmpadas de descarga de alta pressão.

No mesmo ano iniciou-se a produção de lâmpadas BELLALUX®. O ano de 1980 tornou-se um marco para a Osram do Brasil. Nesse ano, a lâmpada POWERSTAR ® HQI ® foi introduzida no âmbito da produção. Essa é a lâmpada com luz similar à luz do dia que ilumina os grandes estádios de futebol em todo o mundo, desde os Jogos Olímpicos de Munique, em 1972. No Brasil, grandes estádios foram iluminados com essas lâmpadas, cuja reprodução de cores é praticamente perfeita, tais como: Maracanã, no Rio de Janeiro; Mineirão, em Belo Horizonte; Pacaembu, em São Paulo; Jockey Club, em São Paulo e Rio de Janeiro; Passarela do Samba, no Rio de Janeiro, entre outras.

No ano seguinte, a OSRAM do Brasil também deu início à produção nacional de lâmpadas VIALOX ® NAV ® , as lâmpadas de sódio de alta pressão que tem o benefício d grande economia na geração de luz. Embora a reprodução de cores dessa lâmpada não seja ideal, ela é muito eficiente, ou seja, emite grande quantidade de luz com um consumo mínimo de energia elétrica. Para o Brasil, uma alternativa muito importante na economia de energia elétrica.

Em 1984, foi dada a complementação do quadro de componentes, através do inicio da fabricação de condutores de energia. Foi em 1985 que se iniciou a produção de lâmpadas refletoras CONCENTRA ® , lâmpadas ANTINSETO e lâmpadas OPALINA®.

Em 1986 iniciou-se a modernização da fabricação de lâmpadas e a produção nacional de lâmpadas halógenas incandescentes HALOSTAR ® para iluminação geral, assim como de lâmpadas DULUX ® . As lâmpadas DULUX® fornecem a mesma luz que as lâmpadas convencionais, com 80% de economia de energia elétrica e durabilidade até 15 vezes maior.

Hoje em dia, os bulbos para as lâmpadas são produzidos por uma fábrica própria, a CVL, no município de Caçapava/SP, cuja construção foi em associação com a Philips.

Em 1987 teve início a fabricação de lâmpadas refletoras halógenas H4, de vidro duro. Em 1988 teve início a fabricação da HALOLINE ® , lâmpada incandescente halógena com base dupla, para iluminação geral e iluminação de estúdio. Já em 1989 mais uma confirmação da posição pioneira da OSRAM do Brasil, com o início da produção nacional de lâmpadas refletoras halógenas de luz fria, DECOSTAR ® .

Com uma área industrial construída de mais de 24.000 m2, a Osram é hoje a maior fabricante de lâmpadas da América Latina. Comercializa uma extensa linha de produtos, que vai desde lâmpadas de iluminação geral e descarga, passando por lâmpadas de aplicação específica, como cinefoto, automotivas, sinalização e especiais, até a fabricação de seus próprios componentes.


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