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História de José Rosa
Em sua homenagem José Rosa é nome de Rua no Jd. Helena Maria

José Rosa nasceu em Petrópolis, no Rio de Janeiro em 1846, na fazenda dos Coutos de Magalhães.

Como escravo, seus recursos para aprender a ler e escrever eram escassos.

No entanto, os pedaços de baraúna improvisava o lápis para escrever no chão ou na casca de bananeira.

Sua professora era a sinhá, que quando viajava para a cidade, trazia cartilhas novas que o escravo logo procurava ler.

Com o tempo, o escravo conseguiu ler os jornais que o sinhô trazia para casa; como era muito trabalhador para seus senhores era considerado uma pessoa da casa.

O movimento pela libertação era assunto em todos os jornais e José Rosa, acompanhava tudo o que era escrito sobre a abolição da escravatura por Joaquim Nabuco, José do Patrocínio e José Bonifácio.

No dia 13 de maio de 1888, a nostalgia das senzalas foi trocada por uma alegria jamais vista.

Todos os homens seriam livres para trabalhar onde quisessem e deviam receber pelo trabalho.

Foi nesta etapa da vida que José Rosa resolveu vir para São Paulo e começou a trabalhar como oleiro na olaria de Pedro Cristi, bairro de Pinheiros.

Lá ficou até 1900, quando veio para Osasco trabalhar na fazenda Carapicuíba, de propriedade do coronel Delfino Cerqueira.

A sede ficava no alto do jardim das Flores onde hoje está a caixa d'água. Trabalhou na construção do Quartel de Quitaúna.

Depois conseguiu se instalar em um terreno no bairro do Munhoz Jr., que pertencia ao Estado.

E costumava argumentar: “aqui, o barro é muito bom e eu continuo a fazer tijolos. Assim não esqueço da minha profissão".

Zé Rosa morreu em 1976 em Osasco aos 130 anos como a pessoa mais velha do Brasil.


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